Eu te toco
sob
aquela árvore, olhando para o mar
Teu
corpo parado, não me tocas
Eu
pareço invadir-te
Indo
além do que é permitido
Do
que tu permites ...
Há um
sussurro
mas
não é de prazer
“Por
favor, pare!”
Volto
para a realidade
Caio
em mim
Calmamente
Guardo o que é teu
Recomponho-me
Olho
para o mar
Poderia sentir a rejeição
Não
sinto.
Sou
eu, sendo eu
E
tu, não quer
Olhamo-nos
E
nos convidamos a ir
Levanta-te,
levanto-me
Vamos
O
que poderia ter sido
morre
ali
E
você um pouco mais
dentro
de mim.

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